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A AUTORA


Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)

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Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)

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Show de horrores
escrito em terça-feira, 13 de março de 2012 às 16:40

Uma história para vocês. Por favor, não vão achar que eu sou louca!! kkk' Alma de artista... inspiração de artista. Fazer o que gente?!


Show de horrores
 Estava quente, muito quente. No quarto o ventilador estava no máximo, a janela aberta, e a pequena Violet estava deitada no chão colorindo o novo livro de pintar que ganhara do pai. A empregada estava lá em baixo, e sua mãe logo chegaria.
     Os bichos de pelúcia, espalhados na prateleira, a observavam, como se pressentissem algo. O dia já não estava tão silencioso como antes, o vento fazia a cortina tomar forma e dançar. Lá fora, Violet viu as árvores se contorcendo, como se estivessem a aplaudindo.
     Ela largou o lápis e sentou, observando o dia mudar. Uma enorme nuvem tapou o sol, e a tarde ficou escura, como se um espetáculo estivesse prestes a acontecer. Então ela sentiu... sentiu o cheiro da chuva antes mesmo dela chegar.
     Os pingos eram grossos, barulhentos, e formavam uma sinfonia perfeita em conjunto com o som do vento, das árvores aplaudindo e das portas que batiam. Violet queria fazer parte do show, e como se a tarde a recebesse, folhas começaram a entrar pela janela, e as cortinas voltaram a dançar loucamente. Na platéia, os unicórnios e cachorros de pelúcia assistiam em silêncio. 
     - Violet, feche as janelas dos quartos!
     A pequena não respondeu. Em vez de obedecer, correu para pegar uma cadeira, e da janela cumprimentou os parceiros de palco - invisíveis, mas não para ela. Num esforço, esticou os braços para fora, tentando alcançar uma gota. O cheiro era tão bom...
     O vento parecia gritar de expectativa, balançando seus cabelos. Ela se esticou mais, apoiando a barriga na janela e ficando na pontinha dos pés. Faltava pouco.
     Lá da rua, dentro do carro, uma mulher chegou a tempo de ver o corpo de sua filha despencar da janela do segundo andar.


(Allana B.)

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