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A AUTORA
Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)
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O BLOG
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)
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No calor da pálida e gélida noite
escrito em segunda-feira, 30 de abril de 2012 às 19:33
- Está muito frio.
- Mas a noite está linda
- Mas está frio.
- Isso a gente resolve - ele a envolveu com os seus braços,e a puxou para perto. Os dois ficaram ali, abraçados, sob um céu estrelado e um frio intenso.
- O frio não faz você pensar?
- Como assim?
- Sei lá. Eu meio que fico carente no frio. Penso em coisas que evito pensar à todo custo.
- Pessoas em que você evita pensar?
- Sim.
- Você pensa nelas como? - ele a abraçou mais forte.
- Acho que você entendeu o que eu quis dizer.
- Acho que sim. Você é sempre tão confusa para mim.
- Não deveria ter dito nada.
- Não acho. Essa pessoa que você pensa...
- Não quero falar disso - ela o interrompeu - Está frio.
Ele ignorou sua tentativa de mudar de assunto.
- Eu andei pensando nisso ultimamente também. As pessoas sempre falam que essa coisa de melhor amigo não dura muito tempo.
- Você não gosta mais de mim?
- Não é isso que eu quis dizer. As pessoas falam que sempre um dos dois sente mais do que só amizade.
- Como assim?
- Acho que você entendeu o que eu quis dizer.
- Você está certo. Eu entendi. Mas eu gostaria de ouvir da sua boca.
- Era sobre isso que você estava falando antes?
- Não muda de assunto seu bobo. Diga.
- Nesse frio eu venho pensando mais do que o normal em você. Fico esperando sua mensagem antes de dormir me dizendo boa noite, fico nos imaginando de baixo de cobertas assistindo um filme juntos, andando abraçados pela cidade. Imagino você me chamando de "meu" e "amor" em vez de bobo, idiota, tonto... eu percebi que quero ser mais do que apenas amigos.
- Que gay.
Os dois riram.
- Mas era exatamente isso o que eu queria ouvir.
Ele sorriu, e a puxou para mais perto.
- O que isso quer dizer?
- Acho que você entendeu o que eu quis dizer meu amor. - Os dois riram, então ele passou a mão pelo seu rosto gelado, e a beijou. Sob aquele céu estrelado, e naquele frio intenso, dois corações queimavam de amor. Marcadores: história

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No calor da pálida e gélida noite
escrito em segunda-feira, 30 de abril de 2012 às 19:33
- Está muito frio.
- Mas a noite está linda
- Mas está frio.
- Isso a gente resolve - ele a envolveu com os seus braços,e a puxou para perto. Os dois ficaram ali, abraçados, sob um céu estrelado e um frio intenso.
- O frio não faz você pensar?
- Como assim?
- Sei lá. Eu meio que fico carente no frio. Penso em coisas que evito pensar à todo custo.
- Pessoas em que você evita pensar?
- Sim.
- Você pensa nelas como? - ele a abraçou mais forte.
- Acho que você entendeu o que eu quis dizer.
- Acho que sim. Você é sempre tão confusa para mim.
- Não deveria ter dito nada.
- Não acho. Essa pessoa que você pensa...
- Não quero falar disso - ela o interrompeu - Está frio.
Ele ignorou sua tentativa de mudar de assunto.
- Eu andei pensando nisso ultimamente também. As pessoas sempre falam que essa coisa de melhor amigo não dura muito tempo.
- Você não gosta mais de mim?
- Não é isso que eu quis dizer. As pessoas falam que sempre um dos dois sente mais do que só amizade.
- Como assim?
- Acho que você entendeu o que eu quis dizer.
- Você está certo. Eu entendi. Mas eu gostaria de ouvir da sua boca.
- Era sobre isso que você estava falando antes?
- Não muda de assunto seu bobo. Diga.
- Nesse frio eu venho pensando mais do que o normal em você. Fico esperando sua mensagem antes de dormir me dizendo boa noite, fico nos imaginando de baixo de cobertas assistindo um filme juntos, andando abraçados pela cidade. Imagino você me chamando de "meu" e "amor" em vez de bobo, idiota, tonto... eu percebi que quero ser mais do que apenas amigos.
- Que gay.
Os dois riram.
- Mas era exatamente isso o que eu queria ouvir.
Ele sorriu, e a puxou para mais perto.
- O que isso quer dizer?
- Acho que você entendeu o que eu quis dizer meu amor. - Os dois riram, então ele passou a mão pelo seu rosto gelado, e a beijou. Sob aquele céu estrelado, e naquele frio intenso, dois corações queimavam de amor. Marcadores: história

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ALLANA GONZALEZ.
“Não deixe sua felicidade depender de algo que você pode perder.”
- Autor Desconhecido
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que tenho uma forte tendência a começar tudo e não terminar nada. Sou consumista compulsiva de livros, extremamente ansiosa e odeio bichos que voam na minha direção. Prefiro finais de semanas em sítio, do que ficar presa na cidade. Adoro o verão, mas gosto da atmosfera do inverno. Prefiro ficção do que romance, e sou meio claustrofóbica. Ainda escuto músicas da Disney e já estou no meu quinto diário. Não sei consolar pessoas, e também não sigo os meus próprios conselhos. Sou azarada, lerda, escandalosa. Meu sonho? Alcançar cada vez um público maior para minhas histórias.
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BAÚ DE TINTA
“E você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os títulos.”
- Tati Bernardi.
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle, de saber o que aconteceria, e porque eu colocava como desfecho das minhas histórias as soluções para os problemas que não encontrava na realidade. Agora eu escrevo porque não aguento guardar tudo para mim, porque a realidade ficou muito chata, porque sinto demais. Escrevo primeiramente para mim e por mim. E esse blog surgiu porque eu queria que as pessoas conhecessem esse meu lado. E porque histórias são escritas para serem lidas.
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