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A AUTORA
Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)
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Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)
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Inacabado, incompl...
escrito em terça-feira, 5 de junho de 2012 às 17:19
Sabe o que é frustrante? Frustrante é não conseguir seguir com a vida por causa de um amor não correspondido. Perde o gosto sabe? Você escuta uma música tocando e só bate os pés ao som do ritmo. Pronto. Nenhuma emoção, nenhum som sai da sua boca. Você reclama do tempo faça chuva, faça sol. E chora. Chora muito.
O amor não correspondido acaba nas histórias mais melancólicas, deprimentes e entediantes que existem. Esse texto é uma prova disso, mas é que ele roubou tudo de mim - não sei se tentar me justificar vai piorar ou melhorar as coisas.
Ele roubou as festas que eu amava ir, os filmes que eu gostava de assistir, as músicas que eu ouvia... em todos os lugares agora eu o vejo, e eu odeio isso. O odeio por isso.
Saber que ele é só um cara, só mais um ao quebrar o meu coração, é muito irritante. Me pergunto como eu consegui superar os outros, e por que está sendo tão difícil deixá-lo de lado. Sei que tentar sarar um amor com outro amor não é nem opção, e que tirar umas férias e viajar para outra cidade, talvez até me mudar, também não é uma opção, porque ele me prende nessa cidade. Ele me prende nesse caos, nessa dor, nesse vazio. E eu o amo. E como posso continuar amando um homem que só me faz sofrer? Não sei. Eu realmente não sei.
O ruim é que não conseguir recomeçar a minha vida é muito frustrante. Agora, não conseguir recomeçar a minha vida por causa de um cara como ele, aí é injustiça. Ele fez eu perder a minha compostura, ele me faz sentir vazia, incompleta. Nada mais funciona. Os meus textos ficam inacabados, e eu só queria me sentir livre, feliz de novo. Mas o meu raciocínio é interrompido só ao imaginá-lo. Como eu gostaria de acabar com esse sofrimento, mas aqueles olhos, aquela voz, aquela risad... Marcadores: história

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Inacabado, incompl...
escrito em terça-feira, 5 de junho de 2012 às 17:19
Sabe o que é frustrante? Frustrante é não conseguir seguir com a vida por causa de um amor não correspondido. Perde o gosto sabe? Você escuta uma música tocando e só bate os pés ao som do ritmo. Pronto. Nenhuma emoção, nenhum som sai da sua boca. Você reclama do tempo faça chuva, faça sol. E chora. Chora muito.
O amor não correspondido acaba nas histórias mais melancólicas, deprimentes e entediantes que existem. Esse texto é uma prova disso, mas é que ele roubou tudo de mim - não sei se tentar me justificar vai piorar ou melhorar as coisas.
Ele roubou as festas que eu amava ir, os filmes que eu gostava de assistir, as músicas que eu ouvia... em todos os lugares agora eu o vejo, e eu odeio isso. O odeio por isso.
Saber que ele é só um cara, só mais um ao quebrar o meu coração, é muito irritante. Me pergunto como eu consegui superar os outros, e por que está sendo tão difícil deixá-lo de lado. Sei que tentar sarar um amor com outro amor não é nem opção, e que tirar umas férias e viajar para outra cidade, talvez até me mudar, também não é uma opção, porque ele me prende nessa cidade. Ele me prende nesse caos, nessa dor, nesse vazio. E eu o amo. E como posso continuar amando um homem que só me faz sofrer? Não sei. Eu realmente não sei.
O ruim é que não conseguir recomeçar a minha vida é muito frustrante. Agora, não conseguir recomeçar a minha vida por causa de um cara como ele, aí é injustiça. Ele fez eu perder a minha compostura, ele me faz sentir vazia, incompleta. Nada mais funciona. Os meus textos ficam inacabados, e eu só queria me sentir livre, feliz de novo. Mas o meu raciocínio é interrompido só ao imaginá-lo. Como eu gostaria de acabar com esse sofrimento, mas aqueles olhos, aquela voz, aquela risad... Marcadores: história

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ALLANA GONZALEZ.
“Não deixe sua felicidade depender de algo que você pode perder.”
- Autor Desconhecido
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que tenho uma forte tendência a começar tudo e não terminar nada. Sou consumista compulsiva de livros, extremamente ansiosa e odeio bichos que voam na minha direção. Prefiro finais de semanas em sítio, do que ficar presa na cidade. Adoro o verão, mas gosto da atmosfera do inverno. Prefiro ficção do que romance, e sou meio claustrofóbica. Ainda escuto músicas da Disney e já estou no meu quinto diário. Não sei consolar pessoas, e também não sigo os meus próprios conselhos. Sou azarada, lerda, escandalosa. Meu sonho? Alcançar cada vez um público maior para minhas histórias.
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BAÚ DE TINTA
“E você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os títulos.”
- Tati Bernardi.
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle, de saber o que aconteceria, e porque eu colocava como desfecho das minhas histórias as soluções para os problemas que não encontrava na realidade. Agora eu escrevo porque não aguento guardar tudo para mim, porque a realidade ficou muito chata, porque sinto demais. Escrevo primeiramente para mim e por mim. E esse blog surgiu porque eu queria que as pessoas conhecessem esse meu lado. E porque histórias são escritas para serem lidas.
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