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A AUTORA
Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)
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Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)
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Suspiros, sentimentalismo, sensações.
escrito em segunda-feira, 18 de junho de 2012 às 16:41
Será possível escrever uma história só de sensações? As vezes, acho que a nossa vida é só isso mesmo. Sentimentalismo, tato, olfato. Nada teria graça se as sensações não existissem. O sofrimento e a alegria seriam diferentes na teoria, mas na verdade, os dois seriam a mesma coisa. Aliás, nós sabemos como conseguimos nos enganar, e enganar os outros. Num mundo desprovido de emoções, viveríamos num mar de mentiras, confusão. Todos sabemos que depois de um tempo, nós começamos a acreditar em nossas mentiras.
Mas eu estou perdendo o meu foco. Estamos falando de sensações, portanto, sensações somente. Eu poderia começar falando das sensações que as pessoas nos proporcionam, mas essas são as mais complicadas, as mais fortes, as melhores. E como sempre gostei de guardar o melhor para o final, vou começar falando dos dias. Do sol. Do som da água correndo em seu compasso, descendo o rio, levando consigo ... aqui eu poderia dizer histórias, sonhos, mas as pessoas vão achar que eu estou maluca, mas é bem melhor do que falar entulho, sujeira, porque, desculpe-me, mas as vezes é isso o que elas são. Bobagens.
Sensações. Sentir a água gelada no corpo depois de um dia difícil, dançar na chuva, se afogar no mar... todas provém de uma mesma coisa, e geram sensações diferentes. Correr descalço no asfalto, subir em uma árvore, olhar as estrelas, ver um álbum antigo de fotos, tudo isso acaba em nostalgia. Receber o primeiro salário, consertar alguma coisa sozinho, isso traz contentamento, proveniente da superação.
Que graça teria o mundo se não pudéssemos sentir o calor do sol, o sabor da comida, a dor de um machucado, o vento bagunçando os nossos cabelos? E que graça teria o mundo se eu não pudesse sofrer pelo teu amor? A forma como você faz os meus assuntos girarem sempre em torno de você, a forma como você me aquece com o seu abraço mais do que o sol me aquece num dia de inverno, isso torna a minha vida interessante. Isso faz com que as cores fiquem mais nítidas, verdadeiras. Você fez eu me sentir a pessoa mais feliz do mundo quando disse que me amava. Você me deu força, sonhos em que acreditar, bobagens para me agarrar.
Nós nos amamos, e mesmo num mar de felicidade e carinhos, eu consigo sofrer. Por ciúmes, medo. Futuro.
É tudo tão escuro lá na frente. E ninguém gosta da sensação de não saber onde está, de acordar no escuro totalmente indefeso, exposto. Mas com você, puxa, é como estar no primeiro dia de férias, como se eu fosse criança de novo, e não tivesse tantas obrigações e responsabilidades. Pode falar o que quiser. Isso é careta, brega. Mas vem cá. Não vai me falar que existe coisa melhor que a sensação de ser amado. Eu te bato se você disser isso, e acredite, você não vai se sentir muito bem depois disso. Marcadores: história

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Suspiros, sentimentalismo, sensações.
escrito em segunda-feira, 18 de junho de 2012 às 16:41
Será possível escrever uma história só de sensações? As vezes, acho que a nossa vida é só isso mesmo. Sentimentalismo, tato, olfato. Nada teria graça se as sensações não existissem. O sofrimento e a alegria seriam diferentes na teoria, mas na verdade, os dois seriam a mesma coisa. Aliás, nós sabemos como conseguimos nos enganar, e enganar os outros. Num mundo desprovido de emoções, viveríamos num mar de mentiras, confusão. Todos sabemos que depois de um tempo, nós começamos a acreditar em nossas mentiras.
Mas eu estou perdendo o meu foco. Estamos falando de sensações, portanto, sensações somente. Eu poderia começar falando das sensações que as pessoas nos proporcionam, mas essas são as mais complicadas, as mais fortes, as melhores. E como sempre gostei de guardar o melhor para o final, vou começar falando dos dias. Do sol. Do som da água correndo em seu compasso, descendo o rio, levando consigo ... aqui eu poderia dizer histórias, sonhos, mas as pessoas vão achar que eu estou maluca, mas é bem melhor do que falar entulho, sujeira, porque, desculpe-me, mas as vezes é isso o que elas são. Bobagens.
Sensações. Sentir a água gelada no corpo depois de um dia difícil, dançar na chuva, se afogar no mar... todas provém de uma mesma coisa, e geram sensações diferentes. Correr descalço no asfalto, subir em uma árvore, olhar as estrelas, ver um álbum antigo de fotos, tudo isso acaba em nostalgia. Receber o primeiro salário, consertar alguma coisa sozinho, isso traz contentamento, proveniente da superação.
Que graça teria o mundo se não pudéssemos sentir o calor do sol, o sabor da comida, a dor de um machucado, o vento bagunçando os nossos cabelos? E que graça teria o mundo se eu não pudesse sofrer pelo teu amor? A forma como você faz os meus assuntos girarem sempre em torno de você, a forma como você me aquece com o seu abraço mais do que o sol me aquece num dia de inverno, isso torna a minha vida interessante. Isso faz com que as cores fiquem mais nítidas, verdadeiras. Você fez eu me sentir a pessoa mais feliz do mundo quando disse que me amava. Você me deu força, sonhos em que acreditar, bobagens para me agarrar.
Nós nos amamos, e mesmo num mar de felicidade e carinhos, eu consigo sofrer. Por ciúmes, medo. Futuro.
É tudo tão escuro lá na frente. E ninguém gosta da sensação de não saber onde está, de acordar no escuro totalmente indefeso, exposto. Mas com você, puxa, é como estar no primeiro dia de férias, como se eu fosse criança de novo, e não tivesse tantas obrigações e responsabilidades. Pode falar o que quiser. Isso é careta, brega. Mas vem cá. Não vai me falar que existe coisa melhor que a sensação de ser amado. Eu te bato se você disser isso, e acredite, você não vai se sentir muito bem depois disso. Marcadores: história

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ALLANA GONZALEZ.
“Não deixe sua felicidade depender de algo que você pode perder.”
- Autor Desconhecido
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que tenho uma forte tendência a começar tudo e não terminar nada. Sou consumista compulsiva de livros, extremamente ansiosa e odeio bichos que voam na minha direção. Prefiro finais de semanas em sítio, do que ficar presa na cidade. Adoro o verão, mas gosto da atmosfera do inverno. Prefiro ficção do que romance, e sou meio claustrofóbica. Ainda escuto músicas da Disney e já estou no meu quinto diário. Não sei consolar pessoas, e também não sigo os meus próprios conselhos. Sou azarada, lerda, escandalosa. Meu sonho? Alcançar cada vez um público maior para minhas histórias.
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BAÚ DE TINTA
“E você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os títulos.”
- Tati Bernardi.
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle, de saber o que aconteceria, e porque eu colocava como desfecho das minhas histórias as soluções para os problemas que não encontrava na realidade. Agora eu escrevo porque não aguento guardar tudo para mim, porque a realidade ficou muito chata, porque sinto demais. Escrevo primeiramente para mim e por mim. E esse blog surgiu porque eu queria que as pessoas conhecessem esse meu lado. E porque histórias são escritas para serem lidas.
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