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A AUTORA
Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)
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O BLOG
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)
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Ela continua em mim
escrito em quarta-feira, 7 de novembro de 2012 às 17:25
Ela prefere as versões acústicas. Gosta de comer miojo nos dias frios, e lasanha qualquer dia da semana. Dispensa o arroz, mas não abre mão da carne. Salada? Só brócolis... e chuchu. Ela tem pijamas, mas não os usa. Dorme só com camisetas que um dia foram de seu pai, agora falecido. Não dá muita atenção para cosméticos, apesar de não sair sem o rímel nos olhos. Seu shampoo é aquele da promoção, mas o condicionador tem que ser da pantene. Ela adora dias escuros, mas ama o verão. Fica o ano inteiro querendo ir para a praia, mas quando chega lá, não aguenta ficar mais que um mês. Prefere o horário de verão, e não gosta de passar um dia sem fazer pelo menos uma coisa útil. Ela nunca compra alguma coisa que sabe que pode conseguir por um preço mais barato e adora customizar suas roupas. Já escreveu 5 diários, ama ler, e escuta tanto Eminem quanto Louis Armstrong. Tem sempre na ponta da língua alguma citação da bíblia e um bloquinho de anotações na bolsa. Ela ama cantar, e tem uma voz razoável, mas é tímida perto dos outros. Seu sonho era ser dançarina e viajar pelo mundo. Como todo garota, gostou de boy-band mas também gostava de brincar na rua. Era uma moleca. Odeia o frio e fazer mala. Ama flores, mas não tem paciência para cuidar delas. Fala sozinha, sabe todas as músicas dos desenhos animados e propagandas e posso até te dizer o nome dos remédios que ela toma. É escandalosa, mas odeia escândalo. Nunca teve coragem de ir no cemitério depois do enterro de seu pai, já foi assaltada uma vez, tem medo de escuro, e toma remédio para conseguir viajar de avião. Ela gosta de saias longas, mechas coloridas e quer ir para o Egito, com direito a passeio de camelo.É sonambula, escreve cartas para seu futuro marido e seu maior arrependimento de quando mais nova foi ter jogado um chiclete no cabelo de uma menina. Seu primeiro beijo foi aos 18 anos, comigo, e eu fui seu único namorado. E agora, depois de dois anos, as coisas não deram certo, e eu não sei o que fazer com todas essas informações. Uma parte dela continua em mim. Viva. E é impossível ignorá-la. Marcadores: história

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Ela continua em mim
escrito em quarta-feira, 7 de novembro de 2012 às 17:25
Ela prefere as versões acústicas. Gosta de comer miojo nos dias frios, e lasanha qualquer dia da semana. Dispensa o arroz, mas não abre mão da carne. Salada? Só brócolis... e chuchu. Ela tem pijamas, mas não os usa. Dorme só com camisetas que um dia foram de seu pai, agora falecido. Não dá muita atenção para cosméticos, apesar de não sair sem o rímel nos olhos. Seu shampoo é aquele da promoção, mas o condicionador tem que ser da pantene. Ela adora dias escuros, mas ama o verão. Fica o ano inteiro querendo ir para a praia, mas quando chega lá, não aguenta ficar mais que um mês. Prefere o horário de verão, e não gosta de passar um dia sem fazer pelo menos uma coisa útil. Ela nunca compra alguma coisa que sabe que pode conseguir por um preço mais barato e adora customizar suas roupas. Já escreveu 5 diários, ama ler, e escuta tanto Eminem quanto Louis Armstrong. Tem sempre na ponta da língua alguma citação da bíblia e um bloquinho de anotações na bolsa. Ela ama cantar, e tem uma voz razoável, mas é tímida perto dos outros. Seu sonho era ser dançarina e viajar pelo mundo. Como todo garota, gostou de boy-band mas também gostava de brincar na rua. Era uma moleca. Odeia o frio e fazer mala. Ama flores, mas não tem paciência para cuidar delas. Fala sozinha, sabe todas as músicas dos desenhos animados e propagandas e posso até te dizer o nome dos remédios que ela toma. É escandalosa, mas odeia escândalo. Nunca teve coragem de ir no cemitério depois do enterro de seu pai, já foi assaltada uma vez, tem medo de escuro, e toma remédio para conseguir viajar de avião. Ela gosta de saias longas, mechas coloridas e quer ir para o Egito, com direito a passeio de camelo.É sonambula, escreve cartas para seu futuro marido e seu maior arrependimento de quando mais nova foi ter jogado um chiclete no cabelo de uma menina. Seu primeiro beijo foi aos 18 anos, comigo, e eu fui seu único namorado. E agora, depois de dois anos, as coisas não deram certo, e eu não sei o que fazer com todas essas informações. Uma parte dela continua em mim. Viva. E é impossível ignorá-la. Marcadores: história

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ALLANA GONZALEZ.
“Não deixe sua felicidade depender de algo que você pode perder.”
- Autor Desconhecido
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que tenho uma forte tendência a começar tudo e não terminar nada. Sou consumista compulsiva de livros, extremamente ansiosa e odeio bichos que voam na minha direção. Prefiro finais de semanas em sítio, do que ficar presa na cidade. Adoro o verão, mas gosto da atmosfera do inverno. Prefiro ficção do que romance, e sou meio claustrofóbica. Ainda escuto músicas da Disney e já estou no meu quinto diário. Não sei consolar pessoas, e também não sigo os meus próprios conselhos. Sou azarada, lerda, escandalosa. Meu sonho? Alcançar cada vez um público maior para minhas histórias.
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BAÚ DE TINTA
“E você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os títulos.”
- Tati Bernardi.
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle, de saber o que aconteceria, e porque eu colocava como desfecho das minhas histórias as soluções para os problemas que não encontrava na realidade. Agora eu escrevo porque não aguento guardar tudo para mim, porque a realidade ficou muito chata, porque sinto demais. Escrevo primeiramente para mim e por mim. E esse blog surgiu porque eu queria que as pessoas conhecessem esse meu lado. E porque histórias são escritas para serem lidas.
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