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A AUTORA


Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)

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Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)

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3 minutos, digo, dias para o fim do mundo
escrito em terça-feira, 18 de dezembro de 2012 às 14:53

       Faltam 3 dias para o fim do mundo, e eu não tenho vontade de fazer nada. Sim, eu já errei muito, já me diverti pra caramba, já dancei até ficar com bolhas nos pés, tomei banhei de chuva, vi o amanhecer e o crepúsculo. Já vi uma chuva de meteoros, já acampei, perdi um amigo, já fiz mais coisa do que os meus pais fizeram na minha idade, mas eu sei que se eu partisse agora eu deixaria muitos sonhos sem realizar, coisas sem terminar. Se 2012 fosse mesmo o último ano, eu partiria sem ter encontrado alguém que me amasse de verdade, meu pai nunca conheceria seus netos, eu nunca teria saído do país. Se o mundo acabasse sexta feira eu morreria sem saber o que é um beijo nos lábios, o que é sentir um ser humano sendo formado em minha barriga. Todos os meus planos para o futuro, tudo o que eu sonhava em fazer, todo o dinheiro que tenho guardado no banco, tudo isso perderia o valor. Aqueles sonhos idiotas, como ter um romance de verão, fazer um piquenique na praia, pular de paraquedas, alguém escrever uma música para mim, tudo isso não aconteceria. Todas as cartas que eu recebi, todos os diários que eu escrevi, todas as fotos que eu revelei, tudo isso viraria cinzas. Tudo iria acabar. Eu não sofreria com a morte de mais ninguém. Eu não sofreria mais. Pensar nisso, no fim da minha vida, é algo tão estranho. A morte é tão estranha. A vida é tão estranha. 

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