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A AUTORA


Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)

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Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)

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Ela tem um nome
escrito em domingo, 2 de dezembro de 2012 às 19:36

      Ela já tinha sofrido muito, mais do que eu poderia suportar, mas não cansava de sonhar alto. Ela esperava a chegada do futuro de forma controlada, maquinada, cheia de planos, que viviam em constantes arranjos. As vezes ela esquecia do seu presente, e focava apenas no seu futuro, porque era lá que ela achava que finalmente seria plenamente feliz. Mas ela encontrava paz nos seus rabiscos, e de vez em quando arriscava numa poesia, mas sempre acabava rasgando a folha, frustrada. Era perfeccionista - ao seu modo. Cabelo sempre preso, rímel sempre nos olhos, café sempre na xícara. Ela tem os seus segredos.... Chora no banheiro, tem medo de escuro, só sabe nadar tampando o nariz e odeia parques de diversão, principalmente papai noel. É escandalosa, mas odeia gente escandalosa. Odeia ainda mais pessoas que copiam suas ideias. "Odeia". Palavra forte, mas é assim que ela gosta. Intensidade. Exagero. Queria ser única, exclusiva. Complicada, difícil de lidar, mas fácil de se relacionar, é assim que ela é. Infelizmente ela gosta de encrenca. Se apaixona pelo proibido, se aperfeiçoa ao impossível, tenta descrever o imaginável. Não liga para o que os outros pensam, não se esforça para os outros gostarem dela. Ela não tem máscaras. Não esconde seu caráter. Ela mostra o seu lado complicado, assim como o seu lado mais simples e puro. Ela tem aquele humor e ironia por trás de cada frase, cada comentário. Mas ela esconde os seus sentimentos. Esconde. Isso porque se ela mesma não entende o significado daquela dor, daquela insegurança, ela acha que ninguém mais poderá ajudá-la. Porque as pessoas, ah!, as pessoas... inconstantes, mentirosas, interesseiras. Ela não conseguia esquecer daquelas que tinham a machucado. Aquele machucado que até hoje volta a sangrar. Ela tentava esquecer, tentava seguir em frente. Tentava achar o seu caminho de volta. Ela não queria começar a correr, antes mesmo de voltar a andar. Um dia de cada vez. Um ano de cada vez. Uma xícara de café como brinde ao amor que está sendo adiado, aos problemas que aos poucos estão sendo solucionados.  

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