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A AUTORA


Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)

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Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)

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O início do fim
escrito em terça-feira, 18 de dezembro de 2012 às 14:34

       Quanto tempo eu levo para transformar o que vejo em palavras? Minutos tem que ser, porque é só isso que o crepúsculo dura. Estou sentada no quintal de casa, diário na mão, e um lápis aquarela marrom... o primeiro que achei. E enquanto estou aqui, perdendo meu tempo descrevendo minha situação em vez de procurar as palavras certas para descrever o pôr do sol, o céu muda de cor sob mim. Minha pele fica dourada, refletindo o laranja do céu. O ar puro e fresco da noite que está chegando já alivia-me do calor da tarde. O sol? Já se escondeu no horizonte, por trás das casas que estão por todo lugar, mas os seus raios pintam o céu, do amarelo, passando para o laranja, chegando finalmente ao roxo. A noite já começa a escurecer o papel do caderno e forço a vista para continuar com o meu trabalho. Esse é o crepúsculo decretando o fim do dia e o início da noite, das trevas (?) Tempo preferido dos românticos, dos desesperados, digo até dos dramáticos. Mas eu. Ah. Eu gosto do nascer do sol. Do amanhecer, e do crepúsculo. São momentos que duram poucos minutos, mas que trazem com ele a promessa de um novo dia. 

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e adaptado para "baú de tinta" por júlia duarte