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A AUTORA
Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)
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O BLOG
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)
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Fez seu o último dia
escrito em sexta-feira, 21 de dezembro de 2012 às 10:46
Cabelo negro, ou, eu diria, castanho escuro. Sou meio ignorante com detalhes. Gosto do que está na cara, do que não tem como esconder. Como por exemplo, o seu temperamento. É ela quem está certa. Sempre. Ela pode até supor teorias, criar as suas, para não perder uma discussão. Gosta de física, matemática... de tudo o que tem cálculo e que segue uma regra básica – porém complicada. Não gosta de decoreba. Gosta daquilo que segue um padrão. Nada de variáveis. É assim também nas amizades. Se não gosta, não gosta e pronto. Pode se passar por extravagante, se é que você me entende, mas ela consegue muito bem ficar na dela. Não se mistura com encrenca, não se mete em encrenca, pelo menos não por querer. Ela é uma garota engraçada. Fascinante até. Tem uma obcessão por palavras cruzadas e se agarra às séries que segue. Ela perde a cabeça facilmente, mas não liga para o que os outros vem a pensar dela. É tudo isso sem ser metida, característica que acho importante de ressaltar, porém não posso ignorar o orgulho dela, que tenho certeza que negará isso assiduamente, com o orgulho ferido. Seu temperamento é coisa engraçada. Varia muito junto de seu humor, e, não posso me esquecer, ela não suporta gente burra. Tem astigmatismo, hipermetropia, miopia, sei lá, tem um monte de ametropias. O óculos é discreto, assim como ela costuma ser diariamente. Não é uma pessoa entediante. É uma pessoa incrível. Ela mantém as suas ambições em segredo, tanto que não sei quantos filhos quer ter, com quantos anos quer casar, onde deseja morar, seu maior sonho. Estou falando isso, mas as vezes a culpa é minha de não ter essas respostas, por não ter me preocupado em perguntar. Ela não leva desaforo para casa, não faz tarefas, não copia a matéria. Já sofreu por amor, já chorou por amor. Faz natação, luta, academia. Ela faz graça, faz tudo, faz nada. E agora, é claro, deu pra fazer o aniversário no dia que o mundo escolheu para acabar.
Marcadores: história

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Fez seu o último dia
escrito em sexta-feira, 21 de dezembro de 2012 às 10:46
Cabelo negro, ou, eu diria, castanho escuro. Sou meio ignorante com detalhes. Gosto do que está na cara, do que não tem como esconder. Como por exemplo, o seu temperamento. É ela quem está certa. Sempre. Ela pode até supor teorias, criar as suas, para não perder uma discussão. Gosta de física, matemática... de tudo o que tem cálculo e que segue uma regra básica – porém complicada. Não gosta de decoreba. Gosta daquilo que segue um padrão. Nada de variáveis. É assim também nas amizades. Se não gosta, não gosta e pronto. Pode se passar por extravagante, se é que você me entende, mas ela consegue muito bem ficar na dela. Não se mistura com encrenca, não se mete em encrenca, pelo menos não por querer. Ela é uma garota engraçada. Fascinante até. Tem uma obcessão por palavras cruzadas e se agarra às séries que segue. Ela perde a cabeça facilmente, mas não liga para o que os outros vem a pensar dela. É tudo isso sem ser metida, característica que acho importante de ressaltar, porém não posso ignorar o orgulho dela, que tenho certeza que negará isso assiduamente, com o orgulho ferido. Seu temperamento é coisa engraçada. Varia muito junto de seu humor, e, não posso me esquecer, ela não suporta gente burra. Tem astigmatismo, hipermetropia, miopia, sei lá, tem um monte de ametropias. O óculos é discreto, assim como ela costuma ser diariamente. Não é uma pessoa entediante. É uma pessoa incrível. Ela mantém as suas ambições em segredo, tanto que não sei quantos filhos quer ter, com quantos anos quer casar, onde deseja morar, seu maior sonho. Estou falando isso, mas as vezes a culpa é minha de não ter essas respostas, por não ter me preocupado em perguntar. Ela não leva desaforo para casa, não faz tarefas, não copia a matéria. Já sofreu por amor, já chorou por amor. Faz natação, luta, academia. Ela faz graça, faz tudo, faz nada. E agora, é claro, deu pra fazer o aniversário no dia que o mundo escolheu para acabar.
Marcadores: história

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ALLANA GONZALEZ.
“Não deixe sua felicidade depender de algo que você pode perder.”
- Autor Desconhecido
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que tenho uma forte tendência a começar tudo e não terminar nada. Sou consumista compulsiva de livros, extremamente ansiosa e odeio bichos que voam na minha direção. Prefiro finais de semanas em sítio, do que ficar presa na cidade. Adoro o verão, mas gosto da atmosfera do inverno. Prefiro ficção do que romance, e sou meio claustrofóbica. Ainda escuto músicas da Disney e já estou no meu quinto diário. Não sei consolar pessoas, e também não sigo os meus próprios conselhos. Sou azarada, lerda, escandalosa. Meu sonho? Alcançar cada vez um público maior para minhas histórias.
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BAÚ DE TINTA
“E você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os títulos.”
- Tati Bernardi.
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle, de saber o que aconteceria, e porque eu colocava como desfecho das minhas histórias as soluções para os problemas que não encontrava na realidade. Agora eu escrevo porque não aguento guardar tudo para mim, porque a realidade ficou muito chata, porque sinto demais. Escrevo primeiramente para mim e por mim. E esse blog surgiu porque eu queria que as pessoas conhecessem esse meu lado. E porque histórias são escritas para serem lidas.
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