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A AUTORA
Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)
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O BLOG
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)
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A arte de escrever
escrito em domingo, 30 de dezembro de 2012 às 08:21
Você quer saber como eu me sinto? Bom. Eu me sinto um lixo. Nunca me senti tão perdida em toda a minha vida. A cada linha nova que escrevo, lembro de outra, 3 páginas atrás da onde estou, e eu volto, lembro, leio de novo, e volto a escrever já com outras ideias, totalmente diferentes da inicial.
Se tudo isso é para mostrar a inconstância da vida, as curvas que ela faz, os diferentes caminhos que ela toma, bom, essa teoria já está mais do que provada para mim, porque o resultado que estou alcançando é totalmente o oposto do que esperava.
Tudo com o tempo pareceu mudar. Não só os nomes dos personagens, os cenários, os capítulos, assim como eu acabei mudando, e a minha forma de escrever também. Eu amadureci junto com o livro, e quando volto para as primeiras páginas, tenho vontade de me descabelar, e quando percebo, estou escrevendo tudo de novo. De certa forma, estou começando do zero.
E isso é compromisso. Vira um vício, mas depois, você cansa. E você quer abandonar essa vida - porque quando você escreve, você abandona sua realidade, você faz parte da história, você sente, você sofre, você vive junto com o personagem, você é a personagem. Mas você tem que terminar. Porque histórias são para ser lidas. Histórias tem que ser terminadas. Porque o desfecho é quem diz e determina se toda a história valeu ou não a pena. É a forma como tudo acaba. Sempre foi.
E eu aqui, me sentindo um lixo. Me sentindo atrasada. Com vontade de jogar tudo para o alto, e gritar "eu desisto", mas a ideia de deixar um livro inacabado, de deixar uma história sem conclusão, faz com que eu tenha arrepios, faz com que eu me sinta um lixo. Porque é a forma como tudo acaba que vai me dizer se todo esse meu esforço valeu a pena.Marcadores: história

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A arte de escrever
escrito em domingo, 30 de dezembro de 2012 às 08:21
Você quer saber como eu me sinto? Bom. Eu me sinto um lixo. Nunca me senti tão perdida em toda a minha vida. A cada linha nova que escrevo, lembro de outra, 3 páginas atrás da onde estou, e eu volto, lembro, leio de novo, e volto a escrever já com outras ideias, totalmente diferentes da inicial.
Se tudo isso é para mostrar a inconstância da vida, as curvas que ela faz, os diferentes caminhos que ela toma, bom, essa teoria já está mais do que provada para mim, porque o resultado que estou alcançando é totalmente o oposto do que esperava.
Tudo com o tempo pareceu mudar. Não só os nomes dos personagens, os cenários, os capítulos, assim como eu acabei mudando, e a minha forma de escrever também. Eu amadureci junto com o livro, e quando volto para as primeiras páginas, tenho vontade de me descabelar, e quando percebo, estou escrevendo tudo de novo. De certa forma, estou começando do zero.
E isso é compromisso. Vira um vício, mas depois, você cansa. E você quer abandonar essa vida - porque quando você escreve, você abandona sua realidade, você faz parte da história, você sente, você sofre, você vive junto com o personagem, você é a personagem. Mas você tem que terminar. Porque histórias são para ser lidas. Histórias tem que ser terminadas. Porque o desfecho é quem diz e determina se toda a história valeu ou não a pena. É a forma como tudo acaba. Sempre foi.
E eu aqui, me sentindo um lixo. Me sentindo atrasada. Com vontade de jogar tudo para o alto, e gritar "eu desisto", mas a ideia de deixar um livro inacabado, de deixar uma história sem conclusão, faz com que eu tenha arrepios, faz com que eu me sinta um lixo. Porque é a forma como tudo acaba que vai me dizer se todo esse meu esforço valeu a pena.Marcadores: história

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ALLANA GONZALEZ.
“Não deixe sua felicidade depender de algo que você pode perder.”
- Autor Desconhecido
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que tenho uma forte tendência a começar tudo e não terminar nada. Sou consumista compulsiva de livros, extremamente ansiosa e odeio bichos que voam na minha direção. Prefiro finais de semanas em sítio, do que ficar presa na cidade. Adoro o verão, mas gosto da atmosfera do inverno. Prefiro ficção do que romance, e sou meio claustrofóbica. Ainda escuto músicas da Disney e já estou no meu quinto diário. Não sei consolar pessoas, e também não sigo os meus próprios conselhos. Sou azarada, lerda, escandalosa. Meu sonho? Alcançar cada vez um público maior para minhas histórias.
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BAÚ DE TINTA
“E você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os títulos.”
- Tati Bernardi.
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle, de saber o que aconteceria, e porque eu colocava como desfecho das minhas histórias as soluções para os problemas que não encontrava na realidade. Agora eu escrevo porque não aguento guardar tudo para mim, porque a realidade ficou muito chata, porque sinto demais. Escrevo primeiramente para mim e por mim. E esse blog surgiu porque eu queria que as pessoas conhecessem esse meu lado. E porque histórias são escritas para serem lidas.
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