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A AUTORA
Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)
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O BLOG
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)
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Se fosse pra falar de mim...
escrito em quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013 às 14:40
O que faz valer a pena é o percurso, o durante, a história, mas o que mostra se valeu a pena mesmo é o fim, a forma como acaba, ou em alguns casos, como não acaba.
Você me amou, eu te amei, nós nos amamos. Amamos. Maldito verbo no passado. Maldita palavra que denuncia o fracasso da nossa história. Malditas seis letras que fadou a nossa história a um fim amargo. Fim, acabou! Claquete, câmbio. Se valeu a pena? Valeu, e como valeu. Por você eu faria tudo de novo, mesmo sabendo que nós acabaríamos separados. Cometeria os mesmos erros só para sentir mais uma vez os seus lábios nos meus. Sofreria tudo de novo, só para poder passar novamente os domingos com você. Você. Eu. Felizes para sempre? Nem sempre. Se isso existe ou não, ninguém sabe, porque para sempre é tempo demais, e o nosso se resumiu a trezentos e oitenta e quatro dias. Eu contei. Estes foram os melhores dias, os piores, mas não o meu único "feliz para sempre". Eu espero, pelo menos. Se bem que felicidade não se trata apena de casal, de romance, não. Se trata de mim também, e não só de nós. Por "nós" não quero dizer você e eu. Não. Falo de eu e mais um outro alguém. Você, desculpe-me, mas já é página virada. Espera um segundo. Que me desculpe o quê! Foi você quem terminou, mas acho que isso não é muito ético de sair eternizando em algum texto bobo. Mas quem que liga para ética aqui? Eu que não. Eu. Eu que tento tirar poesia da dor, eu que escrevo parágrafos e mais parágrafos com sentimentos que nunca senti, com amores que nunca vivi, com um você que não existiu. É, eu inventei tudo isso. Inventei um namoro, um rompimento, só para ter um assunto para escrever. Porque se fosse escrever sobre mim mesma, tenho certeza de que você não passaria nem da primeira linha.
Marcadores: história

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Se fosse pra falar de mim...
escrito em quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013 às 14:40
O que faz valer a pena é o percurso, o durante, a história, mas o que mostra se valeu a pena mesmo é o fim, a forma como acaba, ou em alguns casos, como não acaba.
Você me amou, eu te amei, nós nos amamos. Amamos. Maldito verbo no passado. Maldita palavra que denuncia o fracasso da nossa história. Malditas seis letras que fadou a nossa história a um fim amargo. Fim, acabou! Claquete, câmbio. Se valeu a pena? Valeu, e como valeu. Por você eu faria tudo de novo, mesmo sabendo que nós acabaríamos separados. Cometeria os mesmos erros só para sentir mais uma vez os seus lábios nos meus. Sofreria tudo de novo, só para poder passar novamente os domingos com você. Você. Eu. Felizes para sempre? Nem sempre. Se isso existe ou não, ninguém sabe, porque para sempre é tempo demais, e o nosso se resumiu a trezentos e oitenta e quatro dias. Eu contei. Estes foram os melhores dias, os piores, mas não o meu único "feliz para sempre". Eu espero, pelo menos. Se bem que felicidade não se trata apena de casal, de romance, não. Se trata de mim também, e não só de nós. Por "nós" não quero dizer você e eu. Não. Falo de eu e mais um outro alguém. Você, desculpe-me, mas já é página virada. Espera um segundo. Que me desculpe o quê! Foi você quem terminou, mas acho que isso não é muito ético de sair eternizando em algum texto bobo. Mas quem que liga para ética aqui? Eu que não. Eu. Eu que tento tirar poesia da dor, eu que escrevo parágrafos e mais parágrafos com sentimentos que nunca senti, com amores que nunca vivi, com um você que não existiu. É, eu inventei tudo isso. Inventei um namoro, um rompimento, só para ter um assunto para escrever. Porque se fosse escrever sobre mim mesma, tenho certeza de que você não passaria nem da primeira linha.
Marcadores: história

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ALLANA GONZALEZ.
“Não deixe sua felicidade depender de algo que você pode perder.”
- Autor Desconhecido
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que tenho uma forte tendência a começar tudo e não terminar nada. Sou consumista compulsiva de livros, extremamente ansiosa e odeio bichos que voam na minha direção. Prefiro finais de semanas em sítio, do que ficar presa na cidade. Adoro o verão, mas gosto da atmosfera do inverno. Prefiro ficção do que romance, e sou meio claustrofóbica. Ainda escuto músicas da Disney e já estou no meu quinto diário. Não sei consolar pessoas, e também não sigo os meus próprios conselhos. Sou azarada, lerda, escandalosa. Meu sonho? Alcançar cada vez um público maior para minhas histórias.
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BAÚ DE TINTA
“E você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os títulos.”
- Tati Bernardi.
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle, de saber o que aconteceria, e porque eu colocava como desfecho das minhas histórias as soluções para os problemas que não encontrava na realidade. Agora eu escrevo porque não aguento guardar tudo para mim, porque a realidade ficou muito chata, porque sinto demais. Escrevo primeiramente para mim e por mim. E esse blog surgiu porque eu queria que as pessoas conhecessem esse meu lado. E porque histórias são escritas para serem lidas.
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