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A AUTORA
Allana Gonzalez
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que... (+)
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O BLOG
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle... (+)
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Eu sendo piegas
escrito em segunda-feira, 1 de abril de 2013 às 15:17
Nada. Tentei uma obra de arte, acabei com uma folha pautada toda rabiscada. Na minha mente, tinha um castelo, e no presente, nada mais do que um barraco. Comecei uma canção, terminei com um poema com rimas fracas e estrutura desestruturada. Tentei discursar e acabei com um texto de frases prontas. Pensei que estava amando, mas estava era me enganando. Pensei que estava vivendo, mas estava mesmo era me escondendo - da morte. Fiz-me de forte, mas desaguei-me. Eu era agora uma torrente de água. Um rio caudaloso e barulhento, deixando escapar a cada queda d'água um suspiro e litros e mais litros de auto piedade. Minha água é turva e gelada. Por onde ando acabo me respingando, encharcando tapetes, deixando o piso escorregadio, formando poças salgadas. Rio? Salgado? Nada. Tentei dar sentido e forma à minha emoção, mas apenas perdi meu tempo e minha contagem. Contagem regressiva para o fim que a muito não sei se será agradável ou não. Marcadores: história
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Eu sendo piegas
escrito em segunda-feira, 1 de abril de 2013 às 15:17
Nada. Tentei uma obra de arte, acabei com uma folha pautada toda rabiscada. Na minha mente, tinha um castelo, e no presente, nada mais do que um barraco. Comecei uma canção, terminei com um poema com rimas fracas e estrutura desestruturada. Tentei discursar e acabei com um texto de frases prontas. Pensei que estava amando, mas estava era me enganando. Pensei que estava vivendo, mas estava mesmo era me escondendo - da morte. Fiz-me de forte, mas desaguei-me. Eu era agora uma torrente de água. Um rio caudaloso e barulhento, deixando escapar a cada queda d'água um suspiro e litros e mais litros de auto piedade. Minha água é turva e gelada. Por onde ando acabo me respingando, encharcando tapetes, deixando o piso escorregadio, formando poças salgadas. Rio? Salgado? Nada. Tentei dar sentido e forma à minha emoção, mas apenas perdi meu tempo e minha contagem. Contagem regressiva para o fim que a muito não sei se será agradável ou não. Marcadores: história
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ALLANA GONZALEZ.
“Não deixe sua felicidade depender de algo que você pode perder.”
- Autor Desconhecido
Maringaense, 16 anos. Perfeccionista, mas esculachada; irritada, e também ignorante. Durmo mais do que gostaria e escrevo mais do que poderia imaginar, só que tenho uma forte tendência a começar tudo e não terminar nada. Sou consumista compulsiva de livros, extremamente ansiosa e odeio bichos que voam na minha direção. Prefiro finais de semanas em sítio, do que ficar presa na cidade. Adoro o verão, mas gosto da atmosfera do inverno. Prefiro ficção do que romance, e sou meio claustrofóbica. Ainda escuto músicas da Disney e já estou no meu quinto diário. Não sei consolar pessoas, e também não sigo os meus próprios conselhos. Sou azarada, lerda, escandalosa. Meu sonho? Alcançar cada vez um público maior para minhas histórias.
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BAÚ DE TINTA
“E você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os títulos.”
- Tati Bernardi.
Comecei a escrever porque gostava de brincar com as palavras, inventar humores, descrever cenários. Escrevia porque gostava de ter tudo sob controle, de saber o que aconteceria, e porque eu colocava como desfecho das minhas histórias as soluções para os problemas que não encontrava na realidade. Agora eu escrevo porque não aguento guardar tudo para mim, porque a realidade ficou muito chata, porque sinto demais. Escrevo primeiramente para mim e por mim. E esse blog surgiu porque eu queria que as pessoas conhecessem esse meu lado. E porque histórias são escritas para serem lidas.
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